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6 de jun de 2012

Alimentação divertida


Quando você coloca na mesa refrigerante, achocolatado, biscoito recheado ou bolo de chocolate seu filho come tudo e pede bis? Porém, se ao invés disso forem vegetais e legumes como cenoura, tomate ou alface é um “Deus nos acuda”? Ele bate o pé e não há quem o faça comer um pedacinho que seja de uma beterraba?
Está na hora de aprender alguns truques - simples e infalíveis - que irão fazer o seu “pimpolho” aprender a gostar de verduras e legumes tanto quanto das deliciosas guloseimas.

Dicas divertidas e nutritivas
1ª - Para começar, a estratégia começa no preparo da mesa. Utilize uma toalha bonita e colorida e objetos que chamem a atenção da criança, como um pratinho infantil com figuras divertidas e um copinho com biquinhos diferentes ou de algum super-herói.

2ª - Chame seus filhos para ajudar na confecção dos pratos, mas lembre-se que é fundamental adotar certas medidas de segurança na cozinha.

3º - Alimentos coloridos incentivam o paladar dos baixinhos pelos olhos. Usando a imaginação você pode fazer desenhos e carinhas com os alimentos e assim, chamar a atenção do seu filho.

Uma refeição trivial - arroz, feijão, bife e salada - fica mais atraente se você cortar a carne em um formato redondo e usá-la para fazer a barriga de um palhaço gorducho. Em cima da barriga, coloque um pouco de arroz e feijão. Para fazer a cabeça do palhaço, use tomate, um pedacinho de azeitona como nariz e mini-cenouras no lugar de pés. Uma folha de alface crespa compõe a cabeleira. Nessa criação, também é possível substituir o arroz por purê de batata e a carne pode ser trocada por um filé de frango.

Se o prato do dia for macarrão espaguete, use a massa como cabelo. Uma fatia de tomate cortada em forma de meia lua vira a boca. Faça o corpinho com vegetais compridos, como cenoura, chuchu ou abobrinha. Olhos e nariz ficam muito bacanas quando confeccionados com beterraba cozida, pepino ou azeitona.

Você também pode cozinhar legumes junto com o arroz para que ele fique colorido e, claro, chamativo. Ou dica legal, é contar histórinhas para seu filho enquanto ele come, como: o coelho Pernalonga que come cenoura, o Popeyei que como espinafre... isso também ajuda a criança a ter mais interesse pelo alimento.

Fonte:retirado do site Dicas de Nutrição- Escrito pela Nutricionista Francielle Arruda Rampelotti.

Dica da Nutricionista do Nutrição em Ação: Lembre-se: A criança deve sempre ser estimulada a provar os alimentos..as rejeições iniciais são comum, mas mães não desista..Levá-los para cozinha é uma ótima idéia!

3 de out de 2011

CHIA : A nova sensação do mercado


Chia, na língua maia, significa força. Esta é uma planta originária do México e Colômbia, cultivada a milhares de anos (2600 a.C.) e utilizada na alimentação de indígenas americanos. Era considerado um superalimento, pois acreditava-se suprir as necessidade nutricionais diárias de um indivíduo adulto. Suas sementes são ovais e pequenas, de cor preta, marrom escura, branca ou cinza. Atualmente a chia é cultivada em alguns estados México e em países como Argentina, Bolívia, Peru e Colômbia.
As culturas ancestrais têm sido resgatadas como forma de diversificar a produção agrícola, melhorar a alimentação da população, auxiliar na prevenção de doenças, diminuir custos de produção e melhorar as condições ambientais envolvidas na produção. Como a semente da chia é uma das principais fontes vegetal de ômega 3, seu cultivo foi resgatado e sua ingestão já vem sendo associada ao controle de peso corporal, níveis de glicemia (principalmente pós-prandial), melhora de perfil lipídico, da função endotelial, coagulação, fibrinólise e do estado de ferro. Assim, pode ser utilizado no tratamento de doenças como obesidade, diabetes, dislipidemias, hipertensão e outras doenças cardiovasculares.
A semente de chia pode auxiliar no tratamento de tais doenças, pois contém um teor de ômega 3 excelente, onde aproximadamente 60% do teor lipídico da semente é de ALA (ácido alfa-linolênico). O grão contém ainda fitoesteróis, compostos antioxidantes (ácido clorogênico, ácido caféico e glicosídeos flavanol), fibras dietéticas e proteínas de alta digestibilidade. Porém, a qualidade nutricional do grão vai depender do solo onde este é plantado e de sua interação com o meio ambiente.
Segundo pesquisadores, o grão de chia apresenta teores de proteína maior que grão como a quinoa, aveia, amaranto, cevada e arroz, além de diversos aminoácidos essenciais. Além de ser rica em ferro, fósforo, selênio, potássio e magnésio.
A semente de chia possui, em 100g, 36% de fibras insolúveis e 5% de fibras solúveis, totalizando 40% de fibras dietéticas que possuem diversos efeitos benéficos para a saúde auxiliando no controle da glicemia e aumentando saciedade. Devido a sua capacidade em absorver água, as fibras insolúveis aceleram o trânsito intestinal e aumentam o peso das fezes. Já as fibras solúveis formam um gel no estômago e intestino que garante o aumento do quimo, prolongando o tempo de absorção da glicose e aumentando a saciedade.
As fibras solúveis também são matéria-prima para a fermentação bacteriana, onde as bactérias do cólon intestinal produzem ácidos graxos de cadeia curta (ácido butírico, acético e propiônico) e gases, contribuindo assim para uma microbiota mais saudável.
O consumo de fibras têm sido associado a benefícios para a saúde como: melhora de constipação intestinal e de diarréias associadas a antibioticoterapia; melhora de dislipidemia; manutenção do sistema imunológico; ação anti-inflamatória. O consumo diário de fibras recomendado é de 20 a 35g.
Por se tratar de uma semente com uma quantidade significativa de aminoácidos essenciais, fibras e ácidos graxos poli-insaturados, a chia era bastante utilizada na antiguidade como um alimento para melhorar resistência. Porém, estudos não demonstraram resultados significativos na melhorar de resistência ao exercício. Apesar disso, a chia foi considerada uma opção saudável para a ingestão de nutriente, contribuindo que os atletas diminuam a ingestão de açúcar e aumentem o consumo de ácidos graxos ômega 3.
Ainda são necessários maiores estudos para que o grão de chia seja considerado um alimento funcional, porém os estudos realizados até então mostram dados promissores e um bom potencial. O grão deve ser associado a uma dieta balanceada, respeitando a individualidade bioquímica de cada um. Sendo assim, antes de introduzir o grão de chia no sua alimentação diária, procure um nutricionista para que este elabore um cardápio personalizado e balanceado.
Fonte: www.ANutricionista.Com

24 de set de 2011

A panela certa para prevenir a contaminação


É importante conhecer os tipos de panela para manter sempre uma alimentação saudável, pois as panelas são capazes de mudar o sabor da comida e causar efeitos na nossa saúde. Hoje estaremos tirando algumas dúvidas sobre mitos que envolvem esse assunto.
Mitos, verdades ou lendas da nutrição?
Conforme o saber popular, o ferro das panelas agregaria mais quantidade desse mineral nos alimentos após a cocção e a utilização de panelas de ferro seria auxiliar no tratamento da anemia, então surge a dúvida de que assim como o ferro outros compostos também seriam depositados aos alimentos durante a cocção, mas até que nível tais compostos acarretariam em efeitos positivos ou negativos a saúde das pessoas?
Pesquisas tem verificado quais os efeitos que os utensílios usados nas preparações de alimentos podem trazer para o organismo, já que há uma grande variação de materiais são empregados nas panelas para o preparo de alimentos: barro, ferro, vidro, cerâmica, inox, alumínio, entre outros.
Panelas de alumínio:
A utilização de panelas de alumínio na cocção dos alimentos faz com que o alumínio do recipiente migre para o alimento, consequentemente ingerimos voluntariamente este mineral. O nível de alumínio transmitido para o alimento varia de acordo com o tempo e o teor de água, da cocção e também depende do pH do alimento, sendo que alimentos mais ácidos, açucarados e com muito sal são mais suscetíveis a aderir o alumínio.
Embora certos alimentos possuam em sua composição pequenas miligramas de alumínio e também estejamos expostos ao alumínio com o uso de alguns desodorantes, cosméticos, chás e medicamentos, desaconselha-se o uso contínuo de alimentos enlatados e o armazenamento de alimentos em utensílios de alumínio, principalmente se tiver alto teor de sal, pois estudos indicam que o alumínio que não for excretado pelas fezes e pela urina será absorvidos nos órgãos e sua toxidade estará associada a diversas complicações clínicas, incluindo o mal de Alzheimer.
Outra dica para evitar o alumínio é não utilizar esponjas de aço para não retirar a camada protetora, que impede a transferência do metal para o alimento e não deixa o alimento esfriar neste tipo de panela. Recomenda-se trocas periodicas desse tipo de panela.
Panela de ferro:
O ferro é um nutriente indispensável ao homem, os sinais e sintomas da sua deficiência são facilmente visíveis: fadiga, dores de cabeça, palpitação, entre outros; se a carência não for corrigida ela poderá acarretar em sequelas mais graves e até letais. Considerando que a ingesta de ferro é baixa, devido a baixa disponibilidade desse mineral nos alimentos, uma boa alternativa seria incluir a prática do uso de panelas de ferro para cozinhar os alimentos. A migração do ferro é similar a outros utensílios, que variam de acordo com o tempo de preparo, pH do alimento, teor de água, etc.
A utilização de panelas de ferro acaba sendo uma boa opção também para os vegetarianos, que possuem uma ingesta pobre deste nutriente. Considerando que as pessoas devem estar atentas para as panelas não enferrujarem, tomando o cuidado de seca-las no forno.
Panelas de aço inoxidável:
O inox é uma combinação de ferro com outros metais, como o níquel, que apesar de sua migração para os alimentos ser muito pequena ela não deve ser ignorada, já que o níquel é um dos minerais mais tóxicos, relacionados a vários agravos de saúde. O níquel afeta os níveis de outros nutrientes podendo ocasionar a sua deficiência. Em função disso é desaconselhado o uso deste tipo de material nas preparações culinárias.
Panela de vidro:
Ideal para fazer sopas, molhos, frituras e cozidos ,pois não transfere nehum resíduo aos alimentos e ainda conserva a temperatura do alimento por mais tempo. Una dica para o vidro da panela não estourar é nunca levar a panela ao fogo sem nenhum alimento dentro.
Fonte: Retirado de www.ANutricionista.Com e http://www.finna.com.br/tipos-de-panela/

20 de set de 2011

Os benefícios dos cereais integrais


Os cereais inteiros, como o arroz, trigo, aveia e centeio integrais têm não só um óptimo sabor, como também apresentam muitos benefícios para a saúde, uma vez que reduzem o risco de doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro.
Recentes estudos epidemiológicos de grande escala, mostraram que o consumo regular de cereais integrais podem reduzir o risco de doença coronária e alguns tipos de cancro até cerca de 30%. Motivo pelo qual, não é admirar que no simpósio internacional sobre os cereais integrais e a saúde, que teve lugar na Finlândia em Junho de 2001, se tenha concluído que o elevado consumo de alimentos à base de cereais integrais pode ajudar na melhoria do estado de saúde.
Durante séculos, os grãos de cereais, como o trigo, arroz, milho, centeio e aveia têm sido elementos dominantes nos hábitos alimentares. Passando desde as massas na Itália, às papas de aveia na Escócia, este tipo de alimentos tem sido amplamente consumido no mundo inteiro numa enorme variedade de produtos. No entanto, a maior parte dos alimentos à base de cereais são, regra geral, consumidos na sua forma refinada. Isto significa que a parte exterior do grão (o farelo e o gérmen) é removida, durante a moagem dos cereais, conservando o endosperma, composto principalmente de amido, que é posteriormente moído para a obtenção de farinhas brancas (refinadas).
A moagem e refinação resultam em perdas significativas de nutrientes e outras substâncias protectoras, presentes em grandes quantidades no farelo e no gérmen. Os cereais integrais contêm nutrientes tais como a vitamina E, vitaminas do complexo B e minerais como o selénio, zinco, cobre, ferro, magnésio e fósforo. Para das vitaminas e minerais, estes grãos fornecem também proteínas, hidratos de carbono complexos e substâncias protectoras, tais como os lignans (fitoestrogénios que apresentam propriedades comprovadamente benéficas para a saúde, contra doenças cardíacas e alguns tipos de cancro).
Protecção contra o cancro e doenças cardiovasculares
O verdadeiro poder dos cereais integrais está na sua capacidade protectora contra a doença coronária e alguns tipos de cancro. Num estudo prospectivo, no qual foram inquiridas mais de 34.000 mulheres, com idades compreendidas entre os 55 e os 69 anos no estado do Iowa nos EUA, os sujeitos que consumiam pelo menos uma porção de cereais integrais por dia, apresentavam um risco significativamente inferior de falecer de doença coronária, comparativamente aqueles que não consumiam quase nenhuma porção. Outros dados, relativos a um estudo realizado entre enfermeiras, demonstraram que cerca de 2,7 porções de alimentos à base de cereais integrais por dia, reduzia o risco de doença coronária em 30%, quando comparado a indivíduos que ingeriam apenas 0,31 porções. Por outro lado, acredita-se que o consumo regular destes alimentos conduz também a uma redução do risco de enfarte e de diabetes tipo II.
O efeito protector dos alimentos à base de cereais integrais é alargado ao cancro, especialmente no que diz respeito ao cancro do cólon. Os cereais são ricos em hidratos de carbono fermentesciveis, que são transformados pela flora intestinal em ácidos gordos de cadeia curta. Estes ácidos gordos reduzem a actividade de alguns factores que podem causar neoplasias. Adicionalmente, o seu elevado teor em fibra aumenta o volume fecal, ligando-se a factores cancerígenos, que são removidos atempadamente, antes que possam desencadear o problema.
Nota de precaução: Os fitatos e a saúde
Se, por um lado, os cereais integrais parecem oferecer numerosos benefícios para a saúde, o consumo de quantidades excessivas deste tipo de alimentos não é recomendado, sobretudo na sua forma não transformada, crua ou não cozinhada. Esta situação verifica-se uma vez que a fibra, geralmente removida durante a moagem, contém substâncias denominadas fitatos. Foi demonstrado que estes fitatos são responsáveis pela redução da absorção e aproveitamento de diversos minerais, incluindo o cálcio e o ferro. As enzimas da levedura (utilizadas na panificação), destroem a maioria dos fitatos, assim como acontece com os processos alimentares que envolvem calor, tais como os utilizados para a produção de cereais de pequeno almoço integrais. Para a maioria das pessoas, a quantidade de fitatos proveniente da dieta habitual, não representa um problema, contudo, indivíduos que apresentem um elevado consumo de alimentos à base de cereais integrais podem necessitar de suplementação adicional de minerais.
Alegações para a saúde
A FDA (Food and Drug Administration) autorizou, nos Estados Unidos, alegações para a saúde que reconhecem a importância dos alimentos à base de cereais integrais e outros produtos de origem vegetal, na redução do risco de doença coronária e de alguns tipos de cancro. Estas alegações podem, por esta razão, ser incluídas nas embalagens de alimentos integrais e em mensagem publicitárias relacionadas com os mesmos. A FDA permite igualmente alegações de saúde específicas relativas à aveia e produtos à base deste ingrediente.
Os alimentos à base de cereais integrais, tal como o pão, os cereais de pequeno almoço, o arroz e as bolachas, não são abundantes na maior parte das dietas dos países ocidentais. Um aumento do consumo deste tipo de alimentos poderia constituir uma estratégia, do ponto de vista nutricional, atractiva e prudente, que pode estar ao alcance de toda a população. Basta o consumo de uma taça de cereais de pequeno almoço integrais pela manhã, ou a escolha de pão, arroz e massas do tipo integral (não refinado) para conseguir, facilmente, uma melhoria para a saúde e a redução do risco de determinados tipos de doenças.

Referências
· VTT Symposium on Wholegrain and human health (2001) Proceedings of the International Symposium, Finland, June 13-15, 2001. Technical Research Centre of Finland (VTT), pp. 1-145
FOOD TODAY 02/2002

Retirado de :www.dicasdenutricao.com

7 de set de 2011

Por que fazer DIETA assusta tanto??


Muitas pessoas ficam tristes só de pensar que terão que iniciar uma DIETA.Isso tudo porque associam dieta a restrição alimentar."Pronto estou de dieta, não poderei mais comer meu chocolate","Adeus a pizza".."Terei de viver de salada"..O fato é que muitas pessoas associam dieta a sofrimento, acreditam que para emagrecer devem fazer DIETA. A própria palavra está muito ligada a restrição calórica, a proibições e não a EDUCAÇÃO ALIMENTAR e CORREÇÃO DE HÁBITOS.
O problema é que na maioria das vezes as pessoas não procuram um profissional especializado para ajudar na realização dessa tarefa. E acabam fazendo dietas restritivas que levam a grande perda de peso podendo ocasionar até mesmo problemas a saúde como a anemia, além de não conseguirem manterem esse padrão alimentar por muito tempo, voltando a estaca zero após dias de "DIETA".
É importante ressaltar que Dieta deve ser feito por um curto espaço de tempo, e não como rotina. Quando se opta por mudança na alimentação, seja como ferramenta para perda de peso ou em virtude de alguma patologia, deve-se atentar para mudanças a longo prazo, visando a REEDUCAÇÃO DOS HÁBITOS ALIMENTARES.

ÚLTIMAS DICAS:
1-Pratique atividades físicas,pode ser uma simples caminhada ou até mesmo andar de bicicleta.O importante e se mexer e sair do sedentarismo.
2- Invista nas frutas, verduras e cereais integrais, que além de fornecer vitaminas e minerais, também auxiliam no bom funcionamento do intestino por fornecer fibras.
3- Hidrate-se, consuma ao menos de 2 a 3 litros de água ao dia.
4-Relaxe! É muito importante não se sentir precionada, você deve ir mudando seu hábitos do modo mais natural possivél, afinal radicalismo não leve a nada.
5- Procure um NUTRICIONISTA, para fazer um plano alimentar indivudualizado, que supra todas as suas necessidades!

1 de set de 2011

Dieta vegetariana : Tire suas dúvidas


O Maior tabu do vegetarianismo é a carência de vitamina B12 e esta pode ser superada

O vegetarianismo, regime alimentar que exclui todos os tipos de carne (boi, peixe, frutos do mar, porco, carneiro, frango e outras aves), é baseado no consumo de alimentos de origem vegetal com ou sem o consumo de laticínios e/ ou ovos.

A prática vem crescendo no Brasil. Estimativas do IBGE apontam que eles já são 9% dos brasileiros. Mas o grande temor daqueles que planejam se tornar vegetarianos, mas que ainda não deram o “último passo” é de ficarem com carências nutricionais, já que os alimentos de origem animal possuem nutrientes importantes. Além do receio de sofrer preconceito, por se sentir “diferente” da maioria, este é um dos maiores medos que se impõe como uma barreira para a transição final.

A desconfiança é maior em relação à vitamina B12, já que este é o único nutriente encontrado exclusivamente nos alimentos de origem animal. Outros nutrientes encontrados de maneira combinada nesses alimentos (como as proteínas da carne) podem ser obtidos com uma alimentação bem planejada por parte do adepto. A boa nutrição dos vegetarianos pode ser perfeitamente alcançada com a ajuda de um profissional especializado.

Vitamina B12

Produzida por bactérias, a vitamina B12 está presente na carne e é estocada principalmente no fígado, sendo, por este motivo, citada como uma excelente fonte dessa substância. A causa mais comum de deficiência da vitamina B12 provém da carência alimentar, o que ocorre quando não há a ingestão de alimentos de origem animal (carnes, ovos, leite e derivados) ou em indivíduos que possuem distúrbios na absorção do nutriente.

Logo, esse é o único nutriente que um vegetariano pode precisar suplementar mesmo com uma dieta bem planejada. Entretanto, como a maioria dos vegetarianos consome leite, queijos e ovos, ou seja, não se enquadram no grupo de vegetarianos puros ou “vegans”, não há necessidade de suplementação em todos os indivíduos. Se o uso deles for regular (diário) e atingir as necessidades diárias, não é necessário utilizar suplementos.

A carência da vitamina B12 é mais frequente entre vegetarianos. A suplementação deve ser prescrita por profissionais da área médica.

Só o vegetariano precisa de suplementação de vitamina B12?

Não. Tanto vegetarianos, quanto não-vegetarianos, podem sofrer com a deficiência de ferro e vitamina B12. Quem consome carne também possui deficiências, inclusive desses nutrientes, as maiores fontes de preocupação dos vegetarianos. Portanto, o vegetarianismo, em qualquer nível de restrição, exige cuidados parecidos de um avaliador nutricional quando comparados a um não-vegetariano.

Somente depois de um minucioso estudo do paciente, a suplementação deve ser prescrita. Sendo assim, nada de buscar suplementação por conta própria!

Como exemplo, o Instituto de Medicina dos EUA (Food and Nutrition Board) recomenda suplementação de B12 em todos os indivíduos (que comem ou não carne) acima dos 50 anos de idade, pois 10 a 30% deles apresentam dificuldade de extrair a vitamina do alimento.

Quais os sintomas da deficiência em vitamina B12 e como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito por exames laboratoriais, como o hemograma. É preciso ficar atento aos sintomas e sinais, como falta de concentração, dificuldade de prestar atenção e queixas de falta de memória.

Os sintomas da deficiência da vitamina B12 só aparecem anos depois da sua falta, o que torna necessário um acompanhamento laboratorial constante.
Como é feito o tratamento?

Uma fonte extra de vitaminas e minerais é necessária quando há diversas correções nutricionais a serem feitas. Há critérios claros para saber como, quando e em que dosagem elas devem ser feitas.

A correta avaliação da parte clínica, nutricional e hormonal do paciente exige uma grande capacidade técnica. Portanto, para tratar uma deficiência nutricional por via oral com o uso de suplementos na quantidade e frequência correta, segura e eficiente, procure um profissional de saúde qualificado.

Vegetarianismo pode engordar?

Sim. Ao contrário do que muitos pensam, adotar o vegetarianismo e uma suposta diminuição drástica no consumo de gorduras, buscando o emagrecimento, pode não funcionar. Se o indivíduo ingerir mais calorias do que necessita, pode ganhar quilos indesejáveis. Desta forma, alguns vegetarianos podem ficar acima do peso porque a dieta puramente vegetariana muitas vezes não supre a quantidade necessária de proteínas, se não for bem orientada.

As proteínas ajudam a controlar o apetite, graças ao seu enorme poder de saciedade. A carência desse nutriente pode sinalizar para a parte do cérebro responsável pela fome que deve compensar a deficiência aumentando o consumo de carboidratos.

Esses carboidratos, como o pão branco, açúcar, batata, massas e tortas levam ao ganho de peso, se ingeridos em excesso.

Escrito por Éverton Oliveira, da redação Saúde Plena.

Retirado de: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110901191625&assunto=31&onde=Brasil

26 de ago de 2011

OSTEOPOROSE: O QUE O NUTRICIONISTA PODE FAZER POR VOCÊ??



A osteoporose é um transtorno diretamente ligado à perda de cálcio, redução na massa óssea e por uma condição que leva ao enfraquecimento do osso, podendo ocorrer fraturas. A ingestão de cálcio e vitamina D é importante em todas as idades e previne a osteoporose e suas consequências.

Algumas dicas para prevenir a Ostoporose:

1- Consuma alimentos fonte de cálcio como :Queijos, leite Iogurte, requeijão..Procure consumir de 2 a 3 porções ao dia desses alimentos.

2- Quando o consumo de produtos lácteos for limitadoé importante utilizar outras fontes para substituí-lo como por exemplo: Carnes vermelhas, peixes, espinafre, amêndoas, gergelim, sardinha, brócolis, aveia, couve-manteiga, avelã, castanha- do- pará, agrião e soja.

3- Exponha -se ao sol no período de antes das 10h da manhã e depois das 16h, pois sem isso não é possivel garantir a quantidade necessária de vitaminas D, e ainda a eliminação do fumo e do consumo de bebidas álcoolicas.

4- Pratique atividade física, pois ela favorece a mannutenção da massa óssea.

5- Procure um Nutricionista para adequar sua dieta de acordo com suas necessidades!!

Fonte: Sistema CFN CRN
 

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